Ei gente!!!! Que abandono é esse hein???? Vcs pararam de ver filmes e séries foi? :(

Eu realmente passei um bocado de tempo longe da telinha… Mas para resgatar meu “Eu cinéfilo” e esse blog… vou resgatar tb um dos primeiros posts: CLICK…

http://euvejoseriesefilmes.wordpress.com/2009/01/02/click-click-eua-2006/

Foi o filme que vi essa semana…. adoreeeeeeeeeeeeeeeiiiiiiiiiiiiiiiii!!!!!!

Mensagem:  O melhor da vida é não ter o “controle”…

Bjussss

Paulinha :)


Não existe nada tão ruim que não possa ser piorado! Prova disso é o filme A Pantera Cor de Rosa 2.

Eu gosto de filmes de comédia com humor leve e, muitas vezes, beirando o ridículo. A série de Mr. Bean, acho ótima!

Também gosto (ou gostei?) muito de Steve Martin, ele fez dois dos melhores filmes de comédia que já assisti: Um Espírito Baixou em Mim (1984) e Os Safados (1988). Infelizmente ele saiu dos ótimos filmes do passado para os detestáveis filmes da atualidade (não esqueça que ele também fez Doze é Demais 1 e 2).

Assistir a A Pantera Cor de Rosa 2 é como ouvir a mesma piada que você ouviu ontem, contada pela mesma pessoa. Filme com roteiro péssimo e humor totalmente sem graça. A cena em que o inspetor Clouseau voa sobre o Rio Sena, logo no início do filme, resume o que virá pela frente.

(pfalcao)


O que me fez assistir este filme foi a simples presença de Rowan Atkinson, o famoso Mr. Bean, no papel principal, pois esperava ver um filme leve e engraçado antes de dormir, como o divertidíssimo As Férias de Mr. Bean.

No entanto, o enredo nada tem a ver com o que estamos acostumados a ver Rowan atuando. Neste filme ele é um reverendo, Walter Goodfellow, muito interessado em dar toda a atenção aos que o procuram na pequena comunidade onde vive, cuja população é de apenas 57 pessoas.

Ao mesmo tempo renuncia a sua família quando deixa de perceber que ela também tem problemas: a descoberta da sexualidade de sua filha adolescente, seu filho mais novo é alvo de bullying, sua esposa de meia-idade passa a se interessar em outros homens, pois sente o casamento esfriar, além dos problemas de relacionamento entre mãe e filha.

Em meio a tudo isso, a família Goodfellow contrata uma nova governanta sem saber de sua ficha policial: ela acabara de sair da prisão, onde cumpriu pena por ter matado, muitos anos antes, seu ex-marido e a amante dele.

Apesar de minha expectativa de uma comédia escrachada ter sido frustrada, o filme se mostra um suspense com um sutil humor ao estilo britânico, sem falar na agradável surpresa de ver a atuação de Atkinson, que realmente convenceu como um inocente ministro religioso.

Ficha Técnica

  • Título Original: Keeping Mum
  • Gênero: Comédia
  • Tempo de Duração: 103 minutos
  • Ano de Lançamento (Inglaterra): 2005
  • Site Oficial: www.keepingmumthemovie.com
  • Estúdio: Keeping Mum Productions / Azure Films / Isle of Man Film Commission / Tusk Productions
  • Distribuição: Imagem Filmes
  • Direção: Niall Johnson
  • Roteiro: Richard Russo e Niall Johnson, baseado em estória de Richard Russo
  • Produção: Julia Palau e Matthew Payne
  • Música: Dickon Hinchliffe
  • Fotografia: Gavin Finney
  • Desenho de Produção: Crispian Sallis
  • Direção de Arte: Simon Lamont e Steven Lawrence
  • Figurino: Victoria Russell
  • Edição: Jonathan Sales e Robin Sales

Elenco

  • Rowan Atkinson …. Reverend Walter Goodfellow
  • Kristin Scott Thomas …. Gloria Goodfellow
  • Maggie Smith …. Grace Hawkins
  • Patrick Swayze …. Lance
  • Tamsin Egerton …. Holly Goodfellow
  • Toby Parkes …. Petey Goodfellow
  • Liz Smith …. Mrs. Parker
  • Emilia Fox …. Rosie Jones
  • James Booth …. Mr. Brown
  • Patrick Monckton …. Bob (Pond Workman)
  • Rowley Irlam …. Ted (Pond Workman)
  • Vivienne Moore …. Mrs. Martin
  • Murray McArthur …. Vicar’s Convention Master Of Ceremonies
  • Morgan Gower …. Reverend Campbell
  • Rupert Simonian …. Billy Martin the Bully

(pfalcao)


Filme indicado ao Oscar de melhor roteiro original, é um estranho filme inglês, que se passa quase todo em Londres.

Poppy, a personagem principal, é uma doidinha (mas nem tanto) professora primária, que tenta semear a alegria. Para ela, basicamente não há tempo ruim. Logo no início do filme, a sua bicicleta é furtada. Ela só fica chateada porque era apegada à bicicleta, mas não reclama, nem lamente. Só decide que não vai comprar outra bicicleta, pois a antiga tinha um lugar em seu coração e não será substituída.

Como está sem bicicleta, Poppy resolve aprender a dirigir, apesar de já ter 30 anos. O instrutor de direção é Scott, o oposto de Poppy. Tudo para Scott é ruim e ele sempre está de cara fechada.

O filme é classificado no IMDB como drama e comédia, ainda que ele seja mais comédia que drama. A mensagem que o filme deixa, no final das contas, é que o que importa é ser feliz, sem ser preciso fazer o que os outros esperam de você.

O diretor é Mike Leigh e o filme é estrelado por:

  • Sally Hawkins     …     Poppy
  • Elliot Cowan    …     Bookshop Assistant
  • Alexis Zegerman    …     Zoe
  • Andrea Riseborough    …     Dawn
  • Sinead Matthews    …     Alice
  • Kate O’Flynn    …     Suzy
  • Sarah Niles    …     Tash
  • Eddie Marsan    …     Scott
  • Joseph Kloska    …     Suzy’s Boyfriend
  • Sylvestra Le Touzel    …     Heather
  • Anna Reynolds    …     Receptionist
  • Nonso Anozie    …     Ezra
  • Trevor Cooper    …     Patient
  • Karina Fernandez    …     Flamenco Teacher

No IMDB a nota de Simplesmente Feliz é 7,1. É um filme interessante, mas não daqueles que lhe prende. Evite-o se estiver com sono (Renata dormiu o filme quase todo).

(mcdemoura)


Mais um interessante filme alemão, que de certa forma me lembrou de Edukators. A história retratada no filme é uma adaptação de uma suposta experiência realizada por um professor norte-americano na década de 1960.

Um professor “gente boa”, sem as formalidades comuns aos professores alemães, fica responsável por dar um curso de uma semana sobre autocracia a seus alunos de 2º grau. Em vez de falar o que seja uma autocracia, ele resolve induzir seus alunos a viverem numa sala autocrática, com muitas similaridades com os ideais fascistas. Em pouco tempo o projeto toma uma dimensão muito maior que a esperada. O mais interessante no filme é que a escalada de todo o projeto, que se dá em menos de uma semana, corresponde ao relatado na experiência original, nos Estados Unidos.

O diretor é Dennis Gansel e o elenco principal é o seguinte:

  • Jürgen Vogel     …     Rainer Wenger
  • Frederick Lau    …     Tim Stoltefuss
  • Max Riemelt    …     Marco
  • Jennifer Ulrich    …     Karo
  • Christiane Paul    …     Anke Wenger
  • Jacob Matschenz    …     Dennis
  • Cristina do Rego    …     Lisa
  • Elyas M’Barek    …     Sinan
  • Maximilian Vollmar    …     Bomber
  • Max Mauff    …     Kevin (as Maximilian Mauff)
  • Ferdinand Schmidt-Modrow    …     Ferdi
  • Tim Oliver Schultz    …     Jens
  • Amelie Kiefer    …     Mona

No IMDB ele tem nota 7,5 (o que é uma nota muito boa) e eu recomendo o filme.

(mcdemoura)


Uma ótima comédia em que Jennifer Aniston faz um papel coadjuvante. Só a primeira cena do filme já valeria o valor da locação, mas o resto do filme continua bom (não do mesmo nível, mas bom). Com média 7,9 no IMDB, é sem dúvida uma ótima pedida de comédia. Mas antes de falar mais, vamos ao elenco principal e diretor:

  • Ron Livingston … Peter Gibbons
  • Jennifer Aniston … Joanna
  • David Herman … Michael Bolton
  • Ajay Naidu … Samir
  • Diedrich Bader … Lawrence
  • Stephen Root … Milton Waddams
  • Gary Cole … Bill Lumbergh
  • Richard Riehle … Tom Smykowski

Diretor: Mike Judge

A sinopse do DVD diz o seguinte:

Aperte seu cinto ergonômico… você vai embarcar na vaigem mais hilária de todos os tempos e aprender Como Enlouquecer Seu Chefe. Esta comédia de estrondoso sucesso “colocará medo nos pequenos corações dos malvados chefes de todo mundo.” (NEW YORK POST)

Incapaz de agüentar mais um dia sequer de seu trabalho alienante na Initech Corporation, o escarvo de cubículo Peter Gibbons (Ron Livingston) se rebela… e decide ser despedido. Armado de uma nova atitude descompromissada e de uma nova e sensual namorada (Jennifer Aniston), ele logo domina a arte de negligenciar seu trabalho, o que rapidamente o leva a promoções vertiginosas! Escrito e dirigido por Mike Judge (Beavis e Butt-head Detonam a América, “O Rei do Pedaço” daTV). Como Enlouquecer  Seu Chefe é uma “fantasia cômica irreverente” (WBAI RADIO) que vai fazer você gargalhar enlouquecidamente!

Ok, a sinopse é trash demais! Como alguém é pago para escrever tanta besteira e não dizer quase nada? Mas o filme é muito bom. A primeira cena, com Peter preso num engarrafamento, andando mais devagar que um velhinho com andador é simplesmente perfeita. O filme é uma sátira às reengenharias que estiveram tão em moda no final dos anos 1990 e início deste século. É impossível não se lembrar de Dilbert, vendo este filme, que foi inspirado por uma tira diária chamada Milton, da qual eu nunca ouvi falar.

Peter é um fracassado e frustrado, que não agüenta mais trabalhar e que depois de uma sessão de hipnose que não termina muito bem passa a ter a coragem para fazer o que ele mais gosta: nada! Isso nas véspera de se iniciar uma consultoria que irá fazer uma reengenharia na empresa. Como ele agora é escrachado, ele diz aos consultores que trabalha uns 15 minutos por dia, já que não tem nenhuma motivação para trabalhar. Os consultores decidem que ele deve ser promovido. Mesmo assim, ele continua sem vontade de trabalhar e descobre que alguns amigos serão demitidos. Desta forma, ele resolve dar um golpe na empresa.

É uma ótima comédia, que eu recomendo.

(mcdemoura)


Este filme é o 216º melhor filme de todos os tempos, de acordo com o ranque do IMDB, com nota 8,1. A sinopse na caixa do DVD diz o seguinte:

Talvez o melhor filme de terror já realizado, esta brilhante adaptação do romance best-seller de Ira Levin conta a história de um adorável casal novaiorquino que espera seu primeiro filho. Como a maioria das mulheres que são mães pela primeira vez, Rosemary (Mia Farrow) está confusa e receosa. Seu marido (John Cassavetes), um ambicioso mas malsucedido ator, faz um pacto com o demônio pela promessa de vencer na carreira. O diretor Roman Polanski consegue extraordinárias interpretações dde todo o elenco de astros. Ruth Gordon ganhou um Oscar por seu papel, como uma super-solícita vizinha, neste clássico do suspense

Boa parte do elenco principal e o nome do diretor já foram ditos na sinopse, mas vamos aos atores principais e diretor.

Diretor: Roman Polanski

  • Mia Farrow … Rosemary Woodhouse
  • John Cassavetes … Guy Woodhouse
  • Ruth Gordon … Minnie Castevet
  • Sidney Blackmer … Roman Castevet
  • Maurice Evans … Edward ‘Hutch’ Hutchins
  • Ralph Bellamy … Dr. Abraham Sapirstein
  • Victoria Vetri … Terry Gionoffrio

Bom, a sinopse estraga uma parte do filme, ao revelar algo do final do filme, mas para não começar pelo fim, vamos primeiro falar do início do filme. Rosemary e Guy formam um belo casal que está procurando um apartamento para morar. Ela se encanta com um prédio antigo (que segundo os comentários da direção do filme, é a peça central do filme) e convence seu marido a se mudar para lá, apesar de ser mais caro que outra opção que eles tinham.

Ao contar a novidade para Hutch, um amigo da família, ele diz que o prédio é ligado a várias histórias de bruxaria, o que não impede o jovem casal que pretende ter um filho de se mudar. Num dos primeiros dias em seu novo apartamento, a dona de casa Rosemary conhece sua vizinha de porta Terry, uma ex-drogada que foi salva pelos bondosos idosos que são os verdadeiros vizinhos de Rosemary. Nesta mesma noite, ao voltar, à noite, para casa, Rosemary e Guy vêem o corpo caído de Terry, que cometeu suicídio. E nesta cena que eles conhecem os simpáticos, porém bisbilhoteiros Castavet.

Guy termina se aproximando dos Castavet, mas Rosemary tem uma certa desconfiança com os solícitos velhinhos. Em pouco tempo Rosemary engravida e Minnie providencia-lhe para que seja atendida por um dos melhores obstetras de Nova Iorque: Dr. Abraham Sapirstein. Ah, a cena tosca do filme é quando Rosemary tem a relação sexual que vai lhe dar seu herdeiro. Ela, drogada por uma mousse de chocolate que Minnie lhe enviou, tem uma viagem muito louca e transa com uma figura muito estranha.

Apesar do excelente médico que a acompanha, a gravidez de Rosemary não é fácil. Primeiro ela emagrece, depois passa a sentir muitas dores, mas por pressão do marido e dos vizinhos, ela não muda de médico. Tirando a cena trash do momento em que Rosemary engravida, o filme é interessante até o final, quando, como quase todo o filme de terror que já não é trash o tempo todo, ocorre um final bem trash. Mas, tudo bem. O filme não merece estar entre um dos melhores de todos os tempos, mas é um bom filme, apesar de seus 31 anos de idade.

Ah, nos extras do DVD, Roman Polanski diz que quiz deixar a trama meio em aberto, para que ninguém tenha certeza de que de fato havia um círculo satânico ou se tudo não passou de uma neurose de uma grávida. Bom, além de eu não achar que fique essa dubiedade, a sinopse já entrega tudo, né?

Bonzinho, mas nada demais.

(mcdemoura)


Com “O Leitor”, terminei de ver todos os indicados ao Oscar de 2009 e continuo mantendo a minha opinião de que dos 5 concorrentes, “Quem quer ser um milionário?” era o melhor. Ainda que o melhor de 2008 tenha sido “Batman, o Cavaleiro das Trevas”. Isso não quer dizer que os demais concorrentes fossem ruins, ou, em particular, que “O Leitor” seja ruim.

“O Leitor” é um bom filme, mas podia ser um pouco menos lento. Mas antes de comentar mais, vamos à ficha técnica reduzida dele.

Diretor: Stephen Daldry
Elenco Principal:
Ralph Fiennes … Michael BergJ
Jeanette Hain … Brigitte
David Kross … Michael Berg jovem
Kate Winslet … Hanna Schmitz

Kate Winslet interpreta uma mulher mais velha que se envolve sexualmente com um jovem (é quase pedofilia, já que ela tem uns 35 anos e ele tem 15), mas que mantém dois terríveis segredos só para si. Um deles, é revelado no meio do filme, enquanto que o outro transparece logo no início, mas só é explicitado já no final do filme. Por orgulho, Hanna prefere ir presa a revelar sua fraqueza – que não é a de se envolver sexualmente com menores de idade.

Para não estragar o filme, não irei dizer quais são esses segredos, até porque vale à pena assistir ao filme.

(mcdemoura)


Resolvi escrever sobre cinema, série de tv, poesia, música e twitter, tudo ao mesmo tempo! (uau, que garota mais incrível!)

O filme é “Faraway, So Close”, de Win Wenders (título em português: “Tão Longe, Tão Perto”), que, por sinal, não coloquei na minha listinha, no post sobres filmes lado B, mas que na verdade é uma continuação do filme “Asas do Desejo”, também de Win Wenders, e que tá lá na listinha!
E vou logo avisando, é um filme totalmente lado B!
:)

Vocês
Vocês, a quem amamos.
Vocês não nos veem.
Vocês não nos ouvem.
Vocês nos imaginam tão longe,
No entanto, estamos tão perto.
Somos os mensageiros que
aproximam os que estão longe.
Somos os mensageiros que
trazem luz aos que estão nas trevas.
Somos os mensageiros que
trazem a palavra aos que perguntam.
Não somos a luz, nem a mensagem.
Somos os mensageiros.
A mensagem é
o amor.
Nós não somos nada.
Vocês… são tudo pra nós.
Deixem-nos morar nos seus olhos
Para que vejam o mundo por meio de nós.
Recuperem, por meio de nós
Aquele olhar terno de volta.
Então…
Estaremos perto de vocês
E vocês…
Perto Dele.”

A poesia acima faz parte de um trecho do filme, que é sobre anjos!

Até pensei em não colocar esse post no blog pois não tava a fim de analisar ou avaliar o filme, só de mostrar a música e a poesia dele, mas falei com “os outros” e decidi colocar.

“Stay (Faraway, So Close)”

O video é da música do U2, “Stay (Faraway, So Close)”, que faz parte da trilha sonora do filme. O legal dele é ver a banda atuando como anjos de uma outra banda (como fazem os anjos do filme). Ah, e também ele tem legenda, e dá pra ouvir a música acompanhando a letra.

Sim, e já no final do post vocês devem estar perguntando: onde a série de tv e o twitter entram nessa história? Bem, a série é “American Idol” e ela foi a inspiração para escrever o post, pois o tema dessa semana do Idol será “músicas de filmes” e, através do twitter, o apresentador perguntou aos que o seguem, qual é a música de filme preferida de cada um (eu o sigo!). :D

Nem sei se a minha preferida, de toda a vida, é essa, mas gosto muito dela, e por coincidência eu estava ouvindo ela quando li no twitter a pergunta (que eu, claro, respondi, já que quase todas as pessoas que eu conheço não têm twitter, e as que eu sigo não me conhecem, e não quero ficar lá calada, só lendo as coisas… difícil demais pra mim).

Pronto … postei! \o/ –> (pra quem não entendeu, um bonequinho comemorando, com os braços levantados

Robi

“Porque eu adoro falar…pra não perder todas as idéias que passam pela minha cabeça…por isso escrevo!!!”


Cinema Lado B!

07Abr09

Sabe quando você tá num barzinho, e alguém fala sobre filmes diferentes, e todos pegam guardanapos pra anotar os nomes, para depois tentar achar em alguma locadora?

Ou então, mais modernamente, tentar baixar da internet?

Sabe aquele tipo de filme que costuma passar apenas na Fundação* (e, às vezes, até é exibido nos Multiplex da vida, porém fica apenas uma semana em cartaz e sai)?

Aquele tipo de filme que raramente é uma produção Hollywoodiana e normalmente é taxado de filme de \”arte\”, \”cult\” ou ruim mesmo?

Pois bem, resolvi fazer uma listinha de guardanapo aqui.

Sem nenhum tipo de critério, qualidade ou classificação.

Apenas uma listinha de uns filmes mais diferentes.

TÍTULO EM PORTUGUÊS – DIRETOR – PAÍS:

° 11 de Setembro – Vários – França
° 11/9 – Jules e Gedeon Naudet – França/EUA
° A Lula e a Baleia – Noah Baumbach – EUA
° A Mulher e o Atirador de Facas – Patrice Leconte – França
° A Queda – Oliver Hirschbiegel – Alemanha/Itália
° A Vida dos Outros – Florian Henckel von Donnersmarck – Alemanha
° A Vida Secreta das Palavras – Isabel Coixet – Espanha
° Across The Universe – Julie Taymor – EUA
° Amores Brutos – Alejandro González-Iñárritu – México
° Asas do Desejo – Wim Wenders – Alemanha
° Brilho Eterno de uma Mente sem Lembranças – Michel Gondry – EUA
° Cidade de Deus – Fernando Meirelles – Brasil
° Dançando no Escuro – Lars Von Trier – França
° Diários de Motocicleta – Walter Salles Jr – EUA
° Elefante – Gus Van Sant – EUA
° Em Busca da Terra do Nunca – Marc Forster – EUA
° Ensina-me a Viver – Hal Ashby – EUA
° Fale com Ela – Pedro Almodovar – Espanha
° Frida – Julie Taymor – EUA
° Filhos do Paraíso – Majid Majidi – Irã
° Mar Adentro – Alejandro Amenábar – Espanha
° Moça com Brinco de Pérola – Peter Webber – Inglaterra
° Na Natureza Selvagem – Sean Penn – EUA
° Nove Rainhas – Fabián Bielinsky – Argentina
° Nunca te Vi, Sempre te Amei – David Hugh Jones – EUA
° O Barato de Grace – Nigel Cole – Inglaterra
° O Carteiro e o Poeta – Michael Radford – Itália
° O Crime do Padre Amaro – Carlos Carrera – México
° O Escafandro e a Borboleta – Julian Schnabel – França/EUA
° O Fabuloso Destino de Amelie Poulain – Jean-Pierre Jeunet – França
° O Filho da Noiva – Juan José Campanella – Argentina
° O Labirinto do Fauno – Guillermo del Toro – México/Espanha/EUA
° O Quarto do Filho – Nanni Moretti – Itália
° O Sétimo Selo – Ingmar Bergman – Suécia
° Pão e Tulipas – Silvio Soldini – Itália/Suíça
° Paradise Now – Hany Abu-Assad – França/Alemanha/Israel/Holanda
° Réquiem Para um Sonho – Darren Aronofsky – EUA
° Volver – Pedro Almodovar – Espanha

Sintam-se à vontade pra acrescentar mais títulos.

* Fundação (FUNDAJ):
Cineteatro José Carlos Cavalcanti Borges (Cinema da Fundação)
Rua Henrique Dias, 609 – Derby – Recife, PE CEP: 52010-100
Fone: (081) 3073.6688 Fax: (081) 3073.6689
Capacidade: 322 Lugares
Funcionamento:2ª a 5ª feira/Sábado e Domingo

° Publicado por Robi (testando a duplicidade de 1 post em 2 blogs diferentes!)  :)




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